Hoje mesmo falava com o João e a família sobre como não acredito em palmadas. À mesa, lancei uma pergunta provocadora a um dos adultos: “Quando um familiar adulto faz asneiras, dás-lhe uma palmada?” Se não usamos esse tipo de correção entre iguais, por que motivo o faríamos com crianças — precisamente as mais vulneráveis, e que ainda estão a aprender a regular-se? Este texto veio apenas reforçar aquilo em que já acredito: a importância de uma parentalidade consciente, respeitadora e atenta ao desenvolvimento emocional dos nossos filhos.
Que bom que esta reflexão tenha feito sentido para ti. E acrescento que para além do desenvolvimento emocional dos filhos, o nosso também é importante. Porque os nossos comportamentos e parentalidade são um reflexo dessas nossas vivências e aprendizagens que fomos adquirindo. Ter sido pai ensina-me todos os dias esta lição. Um abraço!
Hoje mesmo falava com o João e a família sobre como não acredito em palmadas. À mesa, lancei uma pergunta provocadora a um dos adultos: “Quando um familiar adulto faz asneiras, dás-lhe uma palmada?” Se não usamos esse tipo de correção entre iguais, por que motivo o faríamos com crianças — precisamente as mais vulneráveis, e que ainda estão a aprender a regular-se? Este texto veio apenas reforçar aquilo em que já acredito: a importância de uma parentalidade consciente, respeitadora e atenta ao desenvolvimento emocional dos nossos filhos.
Que bom que esta reflexão tenha feito sentido para ti. E acrescento que para além do desenvolvimento emocional dos filhos, o nosso também é importante. Porque os nossos comportamentos e parentalidade são um reflexo dessas nossas vivências e aprendizagens que fomos adquirindo. Ter sido pai ensina-me todos os dias esta lição. Um abraço!