Contacto regularmente, por motivos profissionais, com uma pastora protestante alemã que irradia tanta calma, tanta segurança e tanto amor genuíno pelo outro, que já me senti muitas vezes tentada (a minha mãe bem diz que sou a única das suas filhas que corre o risco de se tornar religiosa).
Ponho-me a pensar se a fé não será um pouco como o casamento: uma decisão, um compromisso.
Por enquanto, continua a não ser o meu. Mas atrai-me.
Identifico-me muito com essa insegurança na crença, essa tentação. Por agora sinto-me confortável no meu agnosticismo - pegando no teu exemplo, não estou preparado para um compromisso. Veremos se para sempre ou até quando. Um abraço, Rita!
Contacto regularmente, por motivos profissionais, com uma pastora protestante alemã que irradia tanta calma, tanta segurança e tanto amor genuíno pelo outro, que já me senti muitas vezes tentada (a minha mãe bem diz que sou a única das suas filhas que corre o risco de se tornar religiosa).
Ponho-me a pensar se a fé não será um pouco como o casamento: uma decisão, um compromisso.
Por enquanto, continua a não ser o meu. Mas atrai-me.
Identifico-me muito com essa insegurança na crença, essa tentação. Por agora sinto-me confortável no meu agnosticismo - pegando no teu exemplo, não estou preparado para um compromisso. Veremos se para sempre ou até quando. Um abraço, Rita!
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