Gostei muito desta tua reflexão e não podia concordar mais sobre a importância das comunidades. Num mundo hiperestimulante, é bom percebermos que é possível pararmos um pouco junto de quem partilha connosco interesses e convicções; e, quem sabe, fazer desses momentos de tertúlia pequenos fóruns para o futuro?
Obrigada por este texto, João. É talvez um dos mais importantes que li nos últimos tempos. Ser otimista é também um ato de coragem, de revolta, de luta -- muitas vezes até connosco mesmos, porque não é fácil virarmo-nos do avesso e acreditarmos quando tudo parece tão cinzento. Mas acho mesmo que é isso que nos vai salvar. Ou melhor, se há coisas que ainda nos podem salvar de tudo, o otimismo é uma delas. É a visão de mundo que nos permitirá pegar nas ferramentas que temos e construir mesmo sob o mundo áspero, agregar comunidades, procurar novos caminhos. Parece clichê, mas é só possível fazê-lo se acreditarmos. Se continuarmos a acreditar -- estaremos mortos no dia em que deixarmos de o fazer. E a tua incrível reflexão ajuda muito a continuar a acreditar. Gostei muito, parabéns. E obrigada mais uma vez, são precisos mais textos assim. São também eles a mudança no mundo.
E obrigada, claro, pela menção ao meu texto. Sabes que significa muito, muito. Fico emocionada de cada vez que penso no impacto que tive e que nunca poderia ter imaginado. É um orgulho ser mencionada aqui por ti, João, obrigada 🥺
Temos todas as capacidades técnicas e ideológicas para ter o melhor dos mundos possíveis. Mas enquanto vivermos dominados pelo apego, raiva, ignorância, ou outros venenos mentais, não haverá muita esperança. O que me motiva muito é verificar que muitas pessoas vão acordando da hipnose coletiva.
Eu tenho oscilado entre o desespero de ver as massas adormecidas e a capacidade de ação das pessoas que vão saindo do casulo. Ainda ontem vi o filme Capitão Fantástico e um dos miúdos cita uma entrevista do Chomsky em que ele diz: "If you assume that there is no hope, you guarantee that there will be no hope. If you assume that there is an instinct for freedom, that there are opportunities to change things, then there is a possibility that you can contribute to making a better world.". Fez-me todo o sentido.
Wow. Obrigado eu pela generosidade das tuas palavras. Não sinto que seja um clichê: eu também acredito muito que mudança começa em nós. E para isso temos mesmo que acreditar.
Gostei muito desta tua reflexão e não podia concordar mais sobre a importância das comunidades. Num mundo hiperestimulante, é bom percebermos que é possível pararmos um pouco junto de quem partilha connosco interesses e convicções; e, quem sabe, fazer desses momentos de tertúlia pequenos fóruns para o futuro?
Obrigado Raquel. E sim, também guardo essa esperança de criar futuros fóruns, ainda para mais com pessoas fixes!
Obrigada por este texto, João. É talvez um dos mais importantes que li nos últimos tempos. Ser otimista é também um ato de coragem, de revolta, de luta -- muitas vezes até connosco mesmos, porque não é fácil virarmo-nos do avesso e acreditarmos quando tudo parece tão cinzento. Mas acho mesmo que é isso que nos vai salvar. Ou melhor, se há coisas que ainda nos podem salvar de tudo, o otimismo é uma delas. É a visão de mundo que nos permitirá pegar nas ferramentas que temos e construir mesmo sob o mundo áspero, agregar comunidades, procurar novos caminhos. Parece clichê, mas é só possível fazê-lo se acreditarmos. Se continuarmos a acreditar -- estaremos mortos no dia em que deixarmos de o fazer. E a tua incrível reflexão ajuda muito a continuar a acreditar. Gostei muito, parabéns. E obrigada mais uma vez, são precisos mais textos assim. São também eles a mudança no mundo.
E obrigada, claro, pela menção ao meu texto. Sabes que significa muito, muito. Fico emocionada de cada vez que penso no impacto que tive e que nunca poderia ter imaginado. É um orgulho ser mencionada aqui por ti, João, obrigada 🥺
Temos todas as capacidades técnicas e ideológicas para ter o melhor dos mundos possíveis. Mas enquanto vivermos dominados pelo apego, raiva, ignorância, ou outros venenos mentais, não haverá muita esperança. O que me motiva muito é verificar que muitas pessoas vão acordando da hipnose coletiva.
Eu tenho oscilado entre o desespero de ver as massas adormecidas e a capacidade de ação das pessoas que vão saindo do casulo. Ainda ontem vi o filme Capitão Fantástico e um dos miúdos cita uma entrevista do Chomsky em que ele diz: "If you assume that there is no hope, you guarantee that there will be no hope. If you assume that there is an instinct for freedom, that there are opportunities to change things, then there is a possibility that you can contribute to making a better world.". Fez-me todo o sentido.
Wow. Obrigado eu pela generosidade das tuas palavras. Não sinto que seja um clichê: eu também acredito muito que mudança começa em nós. E para isso temos mesmo que acreditar.