Que bom haver professores, mesmo que apenas um semestre por ano, que fazem diferente e que são humanos na sua prática! Obrigada por acolheres, ajudares!
A Carolina Novo é uma belíssima escritora e mal posso esperar por ver o seu livro nas livrarias deste país! ❤️
Também gostei imenso do artigo da Araci! Mas fico mesmo triste por ainda haver tantas mentalidades subjugadas pelo patriarcado 🫠
Adorei este texto, João. Sempre tive a sorte de ter professores excelentes ao longo da minha vida - pessoas e profissionais maravilhosos que iluminaram cada um dos meus anos letivos. Acho, passando o cliché, que é das profissões mais importantes do mundo. Concordo com tudo o que dizes, e penso que hoje em dia faltarão, mais do que bons professores, pessoas que reconheçam a importância de existirem bons professores. Indivíduos que ainda se ergam pela educação; que neste mundo absurdo em que tanta gente se convenceu de que podemos ensinar tudo a nós mesmos com ajuda de máquinas e outros facilitadores, e em que há cada vez menos paciência, concentração ou devoção, há ainda quem preserve com alguma sacralidade o ato de aprender e ensinar. Tenho a certeza que todos os que te tiverem como professor também aprenderão muito sobre isso. Força!
E muito, muito obrigada pela menção. Já o disse várias vezes, mas repito - a melhor parte disto tudo tem sido o sentimento de comunidade que se gerou, e receber o apoio de tantas pessoas que admiro profundamente (como vocês). Deixa-me muito emocionada. Muito obrigada, mesmo, João. Não me vou esquecer.
Obrigado por estas palavras, Carolina. Apanhar bons professores é, de facto, uma questão de sorte. E não tens que agradecer as menção, é mesmo com orgulho que a fiz!
Obrigada, João, pela referência ao meu artigo. Continuo bastante incomodada com esta coisa das tradwives. Mas adiante.
Como professora, acho que o meu papel é tentar não ser tanta como os professores que fui encontrando ao longo da vida. Sei que foram "vítimas" do seu tempo, mas, passados todos estes anos, sinto-me revoltada. Revoltada por nunca me terem colocado a pensar, mas somente a memorizar matéria "só porque sim".
"Joana, disse-se fá-lo e não fázio!" Ok, dizia a Joana envergonhada. Deveriam ter-me dito "Ora, vamos compreender por que temos de dizer fá-lo e não fazio", ou então "Perguntem-me por que dizemos fá-lo". Nunca nos ensinaram a fazer perguntas, apenas a passarmos o que escreviam no quadro, para um caderno que nunca mais abriríamos. Está errado. Apercebi-me disto não tarde demais, mas tarde suficiente.
Partilho dessa experiência, de não me ser explicado o porquê de ter errado. E acho que é um dos problemas da pedagogia vigente: sem compreendermos as coisas, torna-se difícil corrigir da melhor forma. Mas isto implica um diálogo e uma capacidade de encaixe difícil. Até porque é assumir que há espaço para uma explicação e não apenas o débito ditatorial típico. Aprendemos compreendendo, não decorando. E não tens que agradecer a referência ao teu artigo, fiquei pasmado com a tua análise a um universo que, confesso, não compreendo muito bem como exista da forma que existe - e, paradoxalmente, compreendo perfeitamente a estruturas vigentes que o fazem existir.
Temos que abrir o clube de fãs da Carolina. Obrigado pelas palavras, Raquel.
Só na condição de abrirmos os clubes de fãs da Raquel e do João, também! Eu sou a primeira inscrita em ambos!
Que bom haver professores, mesmo que apenas um semestre por ano, que fazem diferente e que são humanos na sua prática! Obrigada por acolheres, ajudares!
A Carolina Novo é uma belíssima escritora e mal posso esperar por ver o seu livro nas livrarias deste país! ❤️
Também gostei imenso do artigo da Araci! Mas fico mesmo triste por ainda haver tantas mentalidades subjugadas pelo patriarcado 🫠
Adorei este texto, João. Sempre tive a sorte de ter professores excelentes ao longo da minha vida - pessoas e profissionais maravilhosos que iluminaram cada um dos meus anos letivos. Acho, passando o cliché, que é das profissões mais importantes do mundo. Concordo com tudo o que dizes, e penso que hoje em dia faltarão, mais do que bons professores, pessoas que reconheçam a importância de existirem bons professores. Indivíduos que ainda se ergam pela educação; que neste mundo absurdo em que tanta gente se convenceu de que podemos ensinar tudo a nós mesmos com ajuda de máquinas e outros facilitadores, e em que há cada vez menos paciência, concentração ou devoção, há ainda quem preserve com alguma sacralidade o ato de aprender e ensinar. Tenho a certeza que todos os que te tiverem como professor também aprenderão muito sobre isso. Força!
E muito, muito obrigada pela menção. Já o disse várias vezes, mas repito - a melhor parte disto tudo tem sido o sentimento de comunidade que se gerou, e receber o apoio de tantas pessoas que admiro profundamente (como vocês). Deixa-me muito emocionada. Muito obrigada, mesmo, João. Não me vou esquecer.
Obrigado por estas palavras, Carolina. Apanhar bons professores é, de facto, uma questão de sorte. E não tens que agradecer as menção, é mesmo com orgulho que a fiz!
Obrigada, João, pela referência ao meu artigo. Continuo bastante incomodada com esta coisa das tradwives. Mas adiante.
Como professora, acho que o meu papel é tentar não ser tanta como os professores que fui encontrando ao longo da vida. Sei que foram "vítimas" do seu tempo, mas, passados todos estes anos, sinto-me revoltada. Revoltada por nunca me terem colocado a pensar, mas somente a memorizar matéria "só porque sim".
"Joana, disse-se fá-lo e não fázio!" Ok, dizia a Joana envergonhada. Deveriam ter-me dito "Ora, vamos compreender por que temos de dizer fá-lo e não fazio", ou então "Perguntem-me por que dizemos fá-lo". Nunca nos ensinaram a fazer perguntas, apenas a passarmos o que escreviam no quadro, para um caderno que nunca mais abriríamos. Está errado. Apercebi-me disto não tarde demais, mas tarde suficiente.
Partilho dessa experiência, de não me ser explicado o porquê de ter errado. E acho que é um dos problemas da pedagogia vigente: sem compreendermos as coisas, torna-se difícil corrigir da melhor forma. Mas isto implica um diálogo e uma capacidade de encaixe difícil. Até porque é assumir que há espaço para uma explicação e não apenas o débito ditatorial típico. Aprendemos compreendendo, não decorando. E não tens que agradecer a referência ao teu artigo, fiquei pasmado com a tua análise a um universo que, confesso, não compreendo muito bem como exista da forma que existe - e, paradoxalmente, compreendo perfeitamente a estruturas vigentes que o fazem existir.