Ora aqui está um belo timing para me cair de surpresa este texto, tendo acabado de ler Senhor dos Anéis e rever os filmes e dado por encerrada a minha temporada de Anna Karenina, objeto da minha obsessão durante os últimos meses.
De novo essa tua capacidade de meter em palavras o que não é facilmente descrito!
Uma construção de personagens bem feita é um bombom para mim… Muitas vezes quero lá saber o que eles fazem no presente ou no passado, só me interessa conhecê-los e saber o que lhes vai na cabeça (naquela cabeça tão diferente mas tão parecida, tão singular mas tão credível de bem construída que está).
O Levin e o Ivan Ilitch agarraram-me desde o início. Assim como o Samwise, o narrador dos Cadernos do Subterrâneo, o protagonista do 1984 e o Tertuliano Máximo Afonso 🙌🏻
Ok, quem é o tertuliano máximo?! Obrigado pelas palavras, são recebidas por um fã da autora! E ler o Senhor dos Anéis é sempre um marco. Houve uma altura em que o lia em setembro ano sim, ano não, para celebrar o aniversário do Bilbo e do Frodo, vê lá tu o quão me marcaram.
Mais umas as tuas reflexões que me deixa sempre a pensar. Esta vou precisar de reler mas subscrevo tudo o que disseste sobre a literatura mas também o cinema ter o poder de nos permitir vestir a pele do outro.
E que bom que gostaste de O Vício dos Livros! Eu estou com imensa vontade de reler e quero comprar o volume 2 que saiu este ano
Oh, que bom ter contribuído para uma reflexão. Gostei da ideia de ser quem não somos e, de facto, os livros e os filmes têm isso. O teatro também, claro. Sem dúvida que fiquei com o volume 2 fisgado, mas tal como tu quero reler o primeiro. É que foi mesmo a eito!
Ora aqui está um belo timing para me cair de surpresa este texto, tendo acabado de ler Senhor dos Anéis e rever os filmes e dado por encerrada a minha temporada de Anna Karenina, objeto da minha obsessão durante os últimos meses.
De novo essa tua capacidade de meter em palavras o que não é facilmente descrito!
Uma construção de personagens bem feita é um bombom para mim… Muitas vezes quero lá saber o que eles fazem no presente ou no passado, só me interessa conhecê-los e saber o que lhes vai na cabeça (naquela cabeça tão diferente mas tão parecida, tão singular mas tão credível de bem construída que está).
O Levin e o Ivan Ilitch agarraram-me desde o início. Assim como o Samwise, o narrador dos Cadernos do Subterrâneo, o protagonista do 1984 e o Tertuliano Máximo Afonso 🙌🏻
Ok, quem é o tertuliano máximo?! Obrigado pelas palavras, são recebidas por um fã da autora! E ler o Senhor dos Anéis é sempre um marco. Houve uma altura em que o lia em setembro ano sim, ano não, para celebrar o aniversário do Bilbo e do Frodo, vê lá tu o quão me marcaram.
Fazia o mesmo com Harry Potter quando era miúda!
Tertuliano é o protagonista do Homem Duplicado, do Saramago. O meu livro favorito dele!
Mais umas as tuas reflexões que me deixa sempre a pensar. Esta vou precisar de reler mas subscrevo tudo o que disseste sobre a literatura mas também o cinema ter o poder de nos permitir vestir a pele do outro.
E que bom que gostaste de O Vício dos Livros! Eu estou com imensa vontade de reler e quero comprar o volume 2 que saiu este ano
Oh, que bom ter contribuído para uma reflexão. Gostei da ideia de ser quem não somos e, de facto, os livros e os filmes têm isso. O teatro também, claro. Sem dúvida que fiquei com o volume 2 fisgado, mas tal como tu quero reler o primeiro. É que foi mesmo a eito!