Também foi o Pessoa que me despertou para a poesia, primeiro com o poema D. Dinis (o único poema que sei de cor) e a conversão veio com Alberto Caeiro.
Mas, depois de te ler, há uma pergunta que corrói aqui o leitor: quem é esse inusitado poeta que gravaste?
Pessoa será sempre Pessoa - apesar do Lobo Antunes discordar. Não querendo fomentar a corrosão de quem me lê, revelo que o poeta que gravei foi o Nuno Artur Silva. Tenho lido mais poemas do livro e, confesso, estou a gostar imenso.
Obrigada por me fazeres pensar novamente em Álvaro de Campos, o meu preferido dos heterónimos e em Tabacaria, um dos meus poemas preferidos dele. Viva a poesia.
Também foi o Pessoa que me despertou para a poesia, primeiro com o poema D. Dinis (o único poema que sei de cor) e a conversão veio com Alberto Caeiro.
Mas, depois de te ler, há uma pergunta que corrói aqui o leitor: quem é esse inusitado poeta que gravaste?
Pessoa será sempre Pessoa - apesar do Lobo Antunes discordar. Não querendo fomentar a corrosão de quem me lê, revelo que o poeta que gravei foi o Nuno Artur Silva. Tenho lido mais poemas do livro e, confesso, estou a gostar imenso.
Obrigada por me fazeres pensar novamente em Álvaro de Campos, o meu preferido dos heterónimos e em Tabacaria, um dos meus poemas preferidos dele. Viva a poesia.
Eu é que agradeço a generosidade das tuas palavras. E viva a poesia, claro.