Sobre as relações de amizade …. vivas ou mortas, recomendo uma carta a cada uma delas. Mesmo que não seja possível ou desejável enviar ao destinatário. Tenho escrito muitas cartas para aqueles que estão do outro lado da margem e só pelo facto de estás a escrever isto aqui já me estou a emocionar… Aqueles cujos caminhos deixei de cruzar, também já lhes escrevi … eles podem não saber mas já lhes perdoei/ desculpei/ já os libertei desta tendência demasiado humana de nos apegarmos ao para sempre.
A ideia da carta não é nada mal pensada. Fiquei com vontade de experimentar e logo decidir se guardo a carta nas profundezas do meu ser ou se a partilho com a pessoa visada, se ainda por cá andar.. E acaba por ser um exercício de escrita muito interessante. Obrigado pela dica
Li esse mesmo livro não há muito tempo. O seu propósito funcionou lindamente comigo e foi depois de o ler que vim até aqui. Adorei a forma propositada com que ele se repete, usa os tais lugares comuns e torna o livro simplista, como quem diz, “Estão a ver como vocês conseguem fazer melhor que isto” 🤭.
O MEC tem sido uma redescoberta: sempre embirrei com a escrita do homem, mas crónica a crónica ele tem-me conquistado. Já li alguns livros sobre escrita e o dele acaba por, de forma despretensiosa, ilustrar que para escrever basta escrever. O resto logo se vê.
Que post bonito. Subscrevo muitas palavras, obviamente :)
Obrigado, Diana.
Sobre as relações de amizade …. vivas ou mortas, recomendo uma carta a cada uma delas. Mesmo que não seja possível ou desejável enviar ao destinatário. Tenho escrito muitas cartas para aqueles que estão do outro lado da margem e só pelo facto de estás a escrever isto aqui já me estou a emocionar… Aqueles cujos caminhos deixei de cruzar, também já lhes escrevi … eles podem não saber mas já lhes perdoei/ desculpei/ já os libertei desta tendência demasiado humana de nos apegarmos ao para sempre.
A ideia da carta não é nada mal pensada. Fiquei com vontade de experimentar e logo decidir se guardo a carta nas profundezas do meu ser ou se a partilho com a pessoa visada, se ainda por cá andar.. E acaba por ser um exercício de escrita muito interessante. Obrigado pela dica
Li esse mesmo livro não há muito tempo. O seu propósito funcionou lindamente comigo e foi depois de o ler que vim até aqui. Adorei a forma propositada com que ele se repete, usa os tais lugares comuns e torna o livro simplista, como quem diz, “Estão a ver como vocês conseguem fazer melhor que isto” 🤭.
O MEC tem sido uma redescoberta: sempre embirrei com a escrita do homem, mas crónica a crónica ele tem-me conquistado. Já li alguns livros sobre escrita e o dele acaba por, de forma despretensiosa, ilustrar que para escrever basta escrever. O resto logo se vê.