Muito boa essa reflexão sobre a importância da honestidade. Desde que comecei a estudar o budismo, tenho-me apercebido do valor imenso que tem a verdade para o funcionamento da sociedade e da nossa própria mente.
Infelizmente, há pouco tempo comprei um brinquedo a uma criança que não é da nossa família, e ela pediu-me para guardar segredo à sua tia, que era responsável por ela, e com quem ela tem uma "guerra". Acho que fiz mal. Não deveria ter contribuído para a falta de honestidade e para a "guerra" entre ela e a tia. Mas às vezes é difícil perceber o que é correto, até porque as crianças têm a mente ainda por definir, e não sabem ainda bem o que é correto ou não.
Mas acredito que devemos fazer um esforço para aplicar aos mais distantes os mesmos princípios éticos que aplicamos aos mais próximos. Essa é uma base do amor.
No meu ver, mais importante do que praticar uma ação menos boa de forma inconsciente é termos a consciência - e consequente reflexão - dela. Mesmo que seja posterior. Se calhar, numa próxima vez não vou pedir segredo sobre o açúcar da receita e tu não guardarás segredo sobre o brinquedo. Concordo, muito, contigo sobre aplicar os mesmos princípios éticos a todos os seres humanos, independentemente da proximidade. Mesmo os que nos fazem mal precisam de empatia. Nem sempre é fácil praticar essa base do amor, pelo condicionamento social e pela fragilidade do nosso ego. Obrigado pelo teu comentário e fico-te muito grato por me leres e refletires sobre o que escrevo. Um grande abraço!
Muito boa essa reflexão sobre a importância da honestidade. Desde que comecei a estudar o budismo, tenho-me apercebido do valor imenso que tem a verdade para o funcionamento da sociedade e da nossa própria mente.
Infelizmente, há pouco tempo comprei um brinquedo a uma criança que não é da nossa família, e ela pediu-me para guardar segredo à sua tia, que era responsável por ela, e com quem ela tem uma "guerra". Acho que fiz mal. Não deveria ter contribuído para a falta de honestidade e para a "guerra" entre ela e a tia. Mas às vezes é difícil perceber o que é correto, até porque as crianças têm a mente ainda por definir, e não sabem ainda bem o que é correto ou não.
Mas acredito que devemos fazer um esforço para aplicar aos mais distantes os mesmos princípios éticos que aplicamos aos mais próximos. Essa é uma base do amor.
No meu ver, mais importante do que praticar uma ação menos boa de forma inconsciente é termos a consciência - e consequente reflexão - dela. Mesmo que seja posterior. Se calhar, numa próxima vez não vou pedir segredo sobre o açúcar da receita e tu não guardarás segredo sobre o brinquedo. Concordo, muito, contigo sobre aplicar os mesmos princípios éticos a todos os seres humanos, independentemente da proximidade. Mesmo os que nos fazem mal precisam de empatia. Nem sempre é fácil praticar essa base do amor, pelo condicionamento social e pela fragilidade do nosso ego. Obrigado pelo teu comentário e fico-te muito grato por me leres e refletires sobre o que escrevo. Um grande abraço!