Gostei muito desta reflexão e aplaudo mais uma vez a forma como és vulnerável e expões, ainda que só a ponta do icebergue, as tuas sombras. Sobre o que é sermos inteiros e se é possível o sermos, tenho a convicção que pessoas com muitos sonhos, sejam grandes ou pequenos, raramente se sentem inteiras, e isso não é necessariamente mau, é só o que é. Estou contigo nesta.
Obrigado pelas tuas palavras, Raquel! Eu acho que é na vulnerabilidade que podemos ser verdadeiros com nós próprios e, à medida que cresço, acho que essa integridade é de máxima importância.
Que belo texto, onde revejo muito da minha falta de completude. Também aceitei as sombras sem me resignar. Parabéns pelos 40!
E há uma leveza enorme nessa aceitação. Obrigado!
Gostei muito desta reflexão e aplaudo mais uma vez a forma como és vulnerável e expões, ainda que só a ponta do icebergue, as tuas sombras. Sobre o que é sermos inteiros e se é possível o sermos, tenho a convicção que pessoas com muitos sonhos, sejam grandes ou pequenos, raramente se sentem inteiras, e isso não é necessariamente mau, é só o que é. Estou contigo nesta.
Obrigado pelas tuas palavras, Raquel! Eu acho que é na vulnerabilidade que podemos ser verdadeiros com nós próprios e, à medida que cresço, acho que essa integridade é de máxima importância.